sábado, 15 de agosto de 2015

Pou

          Diretamente do meu celular para a página do blog: meus jogos! É praticamente sagrado a saga: todos os dias antes de dormir, um esgotamento de vidas, chaves, cartas, dobradas... Pou! Ah o Pou... Seria clichê compará-lo àqueles chaveiros japoneses do Tamagotchi. Mas a ideia do desenvolvimento e criação surgiu dali mesmo, então, a comparação. Muito outros jogos também foram criados a partir do Pou e não me chamaram a atenção: os gatos Tom e Angela são exemplos. Sei lá, acho que seria muita coisa para a mesma atividade.

             Pou... Ah, o Pou... Tão querido e tão filho da puta! Às vezes esqueço de desativar a notificação dele ou, esqueço de tirar a notificação do celular e, "inhááááá", tá o bicho gemendo no meio de uma entrevista, na sala de aula, dentro da loja, num local de silêncio... Sempre exigindo atenção em suas necessidades. Quem tem sabe muito bem do que estou falando. 

      Não consigo me desfazer dele, jamais. Mesmo os valores das coisas dentro dele serem impossíveis de comprá-las pois, todo o dinheiro adquirido jogando os jogos dele, dando banho, enxaguando, fazendo carinho e aguando as flores, quase não dá nem para alimentá-lo, imagine comprar algo em especial. Never! Mesmo assim, estou com ele.

        Mais pra frente comento sobre outros jogos que tenho vício, como alguns do Facebook e outros (raros) e bons do Play Store. Xauvis!




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