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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Road Riot

          Ano passado, por indicação de meu irmão, instalei um jogo em meu celular chamado Road Riot. A base consiste em um carrinho, no qual, com o tempo, conquistas e colhimento de moedas (dinheiro) nas fases, você consegue equipá-lo com melhorias ou, até mesmo, adquirir outros carros melhores.
          Até aí tudo bem, fomos jogando e disputando... Acontece que, em abril deste ano, ao entrar no jogo, pude verificar que a Tango, empresa desenvolvedora do jogo, simplesmente resetou a minha conta fazendo eu perder tudo! Esse tudo, inclui todos os carros, todas as melhorias neles, todas as conquistas e tantos diamantes acumulados para a aquisição de um novo carrinho, ao atualizarem o aplicativo.
          Só Deus sabe o que eu fazia para manter o jogo em dia! Aliás, todos os dias é preciso jogá-lo pois, as estrelas são conquistadas diariamente e, em 24 horas, são dispostas mais 5 estrelas para ser ganho 5 diamantes. Esses diamantes são trocados por novos carros, quando disponibilizados.
          Fiz várias viagens desde que passei a jogar esse carrinho e, às vezes, no meio de uma confraternização, numa festa, num encontro, eu escapava das pessoas só para ir num canto jogar e conquistar as estrelas do dia. Teve vez que eu mentia indo ao banheiro e me esquecia do tempo, saía de lá depois de meia hora. As pessoas me procuravam me perguntando se estava tudo bem, quando na verdade, eu estava apenas jogando.
          Entrei em contato com a Tango pelo Play Store da Google e nada foi feito. Pediram para eu acessar o site e responder, em inglês, algumas perguntas para o começo de um contato. Achei melhor deixar para lá. Na primeira vez, acessei o jogo logado pelo Facebook. Agora, na segunda vez, loguei pela minha conta Google.
          Estou jogando mas confesso que perdi 60% da vontade. Tanto até que deixei de pegar algumas estrelas e voltei à estaca zero dos dayli. Por outro lado, de tanto que jogávamos esse jogo, meu irmão, meu sobrinho e eu falávamos demais sobre ele, consequência: minha irmã trocou de celular e agora pôde instalar o jogo também. Com isso, sou obrigado a jogar o jogo para auxiliar minha irmã nos diamantes, chavinhas (vidas) e conquistas... Como ela também viciou mas ninguém mais joga, só ela e eu agora, jogo por isso senão, já era... 

 
  
  
  
  
 

  


sábado, 15 de agosto de 2015

Pou

          Diretamente do meu celular para a página do blog: meus jogos! É praticamente sagrado a saga: todos os dias antes de dormir, um esgotamento de vidas, chaves, cartas, dobradas... Pou! Ah o Pou... Seria clichê compará-lo àqueles chaveiros japoneses do Tamagotchi. Mas a ideia do desenvolvimento e criação surgiu dali mesmo, então, a comparação. Muito outros jogos também foram criados a partir do Pou e não me chamaram a atenção: os gatos Tom e Angela são exemplos. Sei lá, acho que seria muita coisa para a mesma atividade.

             Pou... Ah, o Pou... Tão querido e tão filho da puta! Às vezes esqueço de desativar a notificação dele ou, esqueço de tirar a notificação do celular e, "inhááááá", tá o bicho gemendo no meio de uma entrevista, na sala de aula, dentro da loja, num local de silêncio... Sempre exigindo atenção em suas necessidades. Quem tem sabe muito bem do que estou falando. 

      Não consigo me desfazer dele, jamais. Mesmo os valores das coisas dentro dele serem impossíveis de comprá-las pois, todo o dinheiro adquirido jogando os jogos dele, dando banho, enxaguando, fazendo carinho e aguando as flores, quase não dá nem para alimentá-lo, imagine comprar algo em especial. Never! Mesmo assim, estou com ele.

        Mais pra frente comento sobre outros jogos que tenho vício, como alguns do Facebook e outros (raros) e bons do Play Store. Xauvis!