domingo, 23 de agosto de 2015

Caminhadas 2

No post anterior sobre caminhada eu prometi que bateria umas fotos dos lugares por onde caminho. Como nunca caminho no mesmo lugar pois, sempre estou à procura de lugares novos, terei vários posts sobre esse assunto por aqui!
Há tempos atrás, descobri um bairro chamado Novo América, divisa com o Sarandi, no contorno norte, perto de onde moro. É um bairro meio confuso... Antigamente chamávamos aquele lugar de Sarandi pois, nunca teve muita distinção, naquele lugar, de onde era Sarandi, onde era Maringá. Eis que o famoso "transtorno" norte apareceu e apaziguou aquele lugar.
Com o surgimento do transtorno norte, um pedaço de um bairro que pertencia à Sarandi passou a ser de posse de Maringá e foi batizado de Jardim Regente. Não sei se esse nome já pertencia àquele lugar, mas pelas minhas informações, esse novo bairro velho tem esse nome. Vindo para Mgá, no sentido dele, tem o transtorno e depois esse Novo América.
Esse novo lote é composto de 7 quarteirões: 2 deitados e 5 em pé. Nos dois primeiros da SAOP para o bairro a prefeitura liberou construir e já se vê pessoas morando, casas construídas à venda e outras sendo construídas. Possui iluminação e tudo. Os outros quarteirões estão em fase de trâmite e não podem ser habitados. Não sei porque! Um desses quarteirões deitado, o que faz divisa com o Jardim América, possui uma empresa de recuperação de carroceria.
Com todo esse rolo da prefeitura e abandono do local, tornou um lugar vazio, tranquilo e sem muito tráfego de automóveis o que torna as ruas sempre vazias! O único problema é que nem sempre a prefeitura faz a capinação do local e matos crescem constantemente. Nesse período o local não se torna atrativo pelo fato de pessoas com má intenções transitarem por ali. Dessa forma, é visível o consumo de drogas nas redondezas, até mesmo em cima da passarela.
Outro problema constante ali é que as pessoas usufruem do lugar para descarregarem seus lixos! Vários carroceiros que limpam datas e quintais passam por ali para despejar as sujeiras e, até empresas, que eu já vi e filmei, mas que não vou divulgá-­las, passam por ali e descartarem seus entulhos! Esses dias atrás coloquei fogo em 22 pneus que estavam acumulando água. Sei que o que fiz foi errado mas, como já peguei dengue, por irresponsabilidade dos outros, a única maneira que achei de combater esse mal foi atirando fogo nos pneus. A fogueira durou 40 minutos de uma grossa e densa fumaça preta, mas não me arrependi. A fumaça subiu direto sem espalhar, o que me ajudou a manter a consciência limpa. Passei por lá ontem e mais pneus apareceram. Não posso combater o mal o tempo todo. Uma parte, pelo menos, eu fiz! 
Muitos idosos e idosas usam aquele lugar para passearem com seus animais, principalmente, cachorros. Já trombei com alguns e fiz até amizades. Vira e mexe eu os reencontro e conversamos um pouco, é sempre legal.
Como também, sempre há alguém por ali fazendo suas atividades físicas. Teve uma época em que aquilo acumulava muita gente! Principalmente nos finais de semana. Não sei como anda o lugar pois, há tempos que não o frequento constantemente como fazia, mas ontem, sábado, haviam várias crianças soltando pipa por ali, o que torna o local menos perigoso.
"E Assim Caminha A Humanidade" e eu. Voltarei com outros locais de caminhadas.
Xauvis!






sábado, 22 de agosto de 2015

4Shared

          Desde há muito tempo uso o 4shared como o meu dispositivo de HD virtual. Não só ele, como alguns outros. De todos os serviços, gratuitos, que fiz minha conta e usei, o 4shared foi o que mais gostei, me adaptei e permaneci por vários e vários anos!
          Sempre li, em várias discussões, de vários segmentos, reclamarem do 4shared, dizendo que eles deletavam alguns arquivos de sua conta ou, desativavam sua conta antes do prazo estipulado. Para que você continue tento acesso aos arquivos, é preciso que, de tempo em tempo, você acesse, logue, a sua conta. Se passar de 3 meses sem logar, eles deletam todos os seus arquivos, mas a conta ainda continua sendo sua. Até aí tudo bem pois, ao cadastrar-se, você fica ciente disso.
          Acontece que, eu utilizo o 4shared para alguns segmentos e, um deles, é da música. Tenho 10 contas onde deixo guardado 300 CDs de música cada. Andei acessando minhas contas e descobri que, com o passar dos meses, um arquivo ou outro é deletado. Tem conta que, de 300, só tem 282 arquivos. Cadê o resto? Se vira! Com isso, acessei uma das contas que tenho para guardar fotos e fiz back up de lá.
          Hoje, uso um HD só para músicas e mesmo assim, deixo uma cópia guardada de todos os CDs em DVDs, que ficam catalogados e guardados dentro de um suporte pois, até os HDs param de funcionar e os DVDs não. Se bem guardados, não. Com o passar dos dias a gente vai percebendo que não dá mais para confiar em nada mais na internet. Estou dentro dela desde 1997 e posso dizer com todas as experiências do mundo que, ela anda de mal a pior, em todos os setores e serviços. A única que anda não dando desgosto é a Google. Vamos ver até onde eles vão continuar com essa seriedade.


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Road Riot

          Ano passado, por indicação de meu irmão, instalei um jogo em meu celular chamado Road Riot. A base consiste em um carrinho, no qual, com o tempo, conquistas e colhimento de moedas (dinheiro) nas fases, você consegue equipá-lo com melhorias ou, até mesmo, adquirir outros carros melhores.
          Até aí tudo bem, fomos jogando e disputando... Acontece que, em abril deste ano, ao entrar no jogo, pude verificar que a Tango, empresa desenvolvedora do jogo, simplesmente resetou a minha conta fazendo eu perder tudo! Esse tudo, inclui todos os carros, todas as melhorias neles, todas as conquistas e tantos diamantes acumulados para a aquisição de um novo carrinho, ao atualizarem o aplicativo.
          Só Deus sabe o que eu fazia para manter o jogo em dia! Aliás, todos os dias é preciso jogá-lo pois, as estrelas são conquistadas diariamente e, em 24 horas, são dispostas mais 5 estrelas para ser ganho 5 diamantes. Esses diamantes são trocados por novos carros, quando disponibilizados.
          Fiz várias viagens desde que passei a jogar esse carrinho e, às vezes, no meio de uma confraternização, numa festa, num encontro, eu escapava das pessoas só para ir num canto jogar e conquistar as estrelas do dia. Teve vez que eu mentia indo ao banheiro e me esquecia do tempo, saía de lá depois de meia hora. As pessoas me procuravam me perguntando se estava tudo bem, quando na verdade, eu estava apenas jogando.
          Entrei em contato com a Tango pelo Play Store da Google e nada foi feito. Pediram para eu acessar o site e responder, em inglês, algumas perguntas para o começo de um contato. Achei melhor deixar para lá. Na primeira vez, acessei o jogo logado pelo Facebook. Agora, na segunda vez, loguei pela minha conta Google.
          Estou jogando mas confesso que perdi 60% da vontade. Tanto até que deixei de pegar algumas estrelas e voltei à estaca zero dos dayli. Por outro lado, de tanto que jogávamos esse jogo, meu irmão, meu sobrinho e eu falávamos demais sobre ele, consequência: minha irmã trocou de celular e agora pôde instalar o jogo também. Com isso, sou obrigado a jogar o jogo para auxiliar minha irmã nos diamantes, chavinhas (vidas) e conquistas... Como ela também viciou mas ninguém mais joga, só ela e eu agora, jogo por isso senão, já era... 

 
  
  
  
  
 

  


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Prateleira com reciclado 2/2


        Ontem comecei assim... Ferramentas, umas madeiras e uma ideia. Aos poucos fui desenvolvendo e testando. Cortava aqui, parafusava ali, ia lá no quarto ajustava, media, nivelava, voltava, arrumava e assim foi o dia todo...
       Durante esse trajeto de experimentos e consertos tive duas ajudas importantíssimas! Aliás, sempre que paro para fazer algo essas ajudas aparecem no momento certo. O que aliás, preciso apresentá-los no próximo post!

 

Em cima é o dramático Red Bull. A foto abaixo é a Lilica (Liliquinha, Gordinha).


              Amanhã volto aqui para apresentá-los! E assim fui fazendo... Como não deu o tempo, hoje eu terminei e posso dizer que não gostei do resultado final. Hehehehe. Não ficou bem do jeito que eu pretendia mas deixarei assim por um tempo. Depois, com mais calma, paciência e alguma ideia adicional eu reformo.
             Gosto de deixar uns dias ruim pois, de tanto eu ver e me incomodar com aquilo, forço meu cérebro a repensar em algo que depois aproximará do que eu queria ou, acaba surgindo algo melhor do que a ideia original e transformo tudo!


            Preciso verificar porque a TV ficou torta e redividir os espaço dos DVDs. Mas é assim mesmo. O negócio é montar e ajustar. Depois você vai descobrindo as imperfeições, para você, e vai ajustando conforme for as suas exigências.
           Foi o que eu disse: não ficou nada bonito. Mas ficou prático para mim pois, entro nesse quarto só para dormir, nada mais. A TV está aí para me auxiliar no sono, hehehe. É um cantinho que terá tudo o que eu preciso para assistir quando não estiver fazendo nada e deitado em minha cama!
           Mais pra frente eu mostro o guarda-roupa aberto que estou fazendo com as madeiras do guarda-roupa que desmontei da limpeza que fizemos na casa. Xauvis!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Prateleira com reciclado 1/2

          Em épocas de reciclagem, criação, reutilização e tantos outros bens para combater o lixo e o desperdício, agregar valores àquilo que deixou de ter é muito bem vindo. Andamos fazendo umas limpas em casa e nos desapegamos de várias coisas, o que nos resultou espaços antes identificados pelo acúmulo de coisas sem necessidade e uso.
        Dentre esses desapegos, guarda-roupas, cômodas, camas, mesas de computador, roupas, tapetes, aparelhos eletrônicos, enfim, tudo o que antes não era usado foi destinado aos seus devidos fins. Fim para nós que não havia serventia, início para os que precisavam ou para aqueles que sabiam o que fazer.
       Juntei aparelhos eletrônicos e os levei para o centro de arrecadação de eletro eletrônicos para reciclagem no Sesc. O tiozinho da manutenção que me ajudou a descarregar o carro com os equipamentos levou uma televisão que não usávamos mais. Tudo bem que era de tubo, mas funciona muito bem. Para a minha sorte e a sorte dele, o filhinho dele que acabou saindo bem pois, a TV, será para o video game que ele ganhou. Tudo terminou bem! Que ótimo!
        Quanto às roupas, tapetes, cobertores, cortinas, redes, panos de prato, de chão, toalha, roupa de cama... Foram todos ensacados e levados, em duas etapas, no mercado perto de casa. Deram trinta e duas sacolas! A dona do mercado agradeceu por cada sacola mas eu fazia questão de agradece-la por dispor do ambiente para a captação das doações. Todos se ajudam.
      Agora, as partes que envolvem madeiras eu reservei. Desmontei tudo o que podia desmontar e guardei tábuas, parafusos, estruturas, tudo! Aos poucos, devagar, com calma e ideias, vou elaborando uma nova utilidade para a transformação das madeiras, eis que chego no ponto do tópico de hoje: prateleira com reciclado. Com reciclado porque desmontei uma cômoda e elaborei uma prateleira com uma mesinha para ocupar a parede vazia da ponta de minha cama.
          A ideia é fazer uma mesinha para por a TV (de tubo) e, acima dela, a prateleira para por os aparelhos de DVD e video cassete. Sim! Video cassete! Por meus filmes originais em DVD e os suportes com filmes gravados em DVDs virgens. Como leva tempo para cortar, furar, parafusar, encaixar, montar... Hoje foi a primeira etapa, amanhã será a conclusão e, assim que eu finalizar, volto com a segunda parte do post para mostrar como ficou.
       O que posso adiantar é que, bonito bonito não ficará, mas ficará prático e de grande utilidade para mim, pois é nisso que dou valor e é o que me importa. Algo que foi desenvolvido e criado por mim por meio de uma reciclagem de uma mobília que já não tinha mais uso. Não sou fã de casas Bahia. O valor que dou às coisas vem dar forma como ela foi pensada, criada e dedicada. O feitio é a beleza.

Trilha sonora na elaboração e digitação do post:

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Muqueca Capixaba

          No post de ontem, falei sobre ramos profissionais que acabei entrando de gaiato em consequência de que, quando se está em uma cidade nova, sem padrinhos, sem conhecidos, sem QI, sem nada, você tem que se virar com o que vir e com o que você tem, sem esperar muito dos outros. Em umas dessas viradas, fui parar atrás de um fogão. Acho estranho esse termo "atrás de um fogão". Porque atrás se cozinhamos de frente com ele?! Retomando: fui parar na frente de um fogão e acabei aprendendo algumas receitas.
        Ontem, depois que escrevi aqui, fui dormir pensando na receita da Muqueca e achei que seria legal trazê-la para cá. Em uma das vezes que a fiz, eu fui tirando fotos passo a passo para mandar para meus primos no grupo da família no Whatsapp. Sorte que sempre faço back up dos arquivos recebidos pelo Whats e fui em busca das fotos.
         Como eu disse, não sou um bom cozinheiro, portanto, vou passar a receita assim, de memória, a dedo, no grito! Ah, e tem mais... Quando vocês forem fazer será notável o cheiro. É tão gostoso, mas tão gostoso, que aquilo atiçou as lombrigas ao extremo fazendo eu esquecer de montar um prato para o grand finale! Portanto, estou devendo!

Rendimento: 5pax, principalmente se fizer um arroz branco e um pirão.

Ingredientes:
2 Batatas média
2 Tomates maduros
2k de filet de merluza
2 cebolas médias
1 Pimentão vermelho pequeno
1 Pimentão amarelo pequeno
1 Pimentão verde pequeno (opcional)
1 vidrinho de leite de coco
3 ou 4 colheres de sopa de azeite de dendê
Shoyo
Cebolinha
Azeitona
Pimenta de vidro

Modo de preparo (com fotos! \o/)
1- Corte as batatas em rodelas, grosseiramente, com a casca. Tem que ser meio grossa para ela não se desmanchar por completa durante o cozimento. Forre o fundo da panela com ela.
2- Corte, grosseiramente, os tomates em cubos e espalhe por cima da batata. Usar as sementes, Quanto mais maduro, melhor, pois soltará mais caldo.


3- Cortar os filet de merluza em postas do tamanho da palma da mão.
4- Regar as postas com as colheres de azeite de dendê.
5- Cortar as cebolas em rodelas, grosseiramente e cubra a merluza.



6- Cortar os pimentões em rodelas, meio fina e intercalar por cima da cebola. Como o pimentão não é muito digestivo, além dele ter um sabor forte, é melhor não ser tão grosso. Minha opinião. Não esqueça de tirar aquela parte branca e as cementes dele.
7- Tempere com o shoyo no lugar de sal o qb.
8- Despeje o vidro de coco por cima.
9- Salpique a pimenta de vidro o qb.


Como cada um aqui sabe o fogão que tem, eu cozinho com o fogo de médio para baixo pois, como você não poderá mexer até ele ficar pronto, quanto maior o fogo, mais ele queimará e não cozinhará direito. Deixe cozendo por 30 a 40 minutos. De tempo em tempo dê uma olhada no cozimento. Às vezes você não levará todo esse tempo para que fique pronto, portanto, uns 10 minutos antes de finalizar, pique a azeitona e a cebolinha, salpique por cima e deixe cozinhar os 10 minutos.


Nessa altura ele terá essa aparência agregado de um cheiro hipnotizante. Me deu até fome, hehehe. Se você achar que a aparência dele ficou meio apagada, você poderá acrescentar um sachê de molho de tomate daqueles tradicionais, sem sabores. Para saber se ficou bom ou pronto, nesses dez minutos você poderá, com uma espátula, puxar uma posta e experimentar. A decisão a tomar estará de acordo com a sua opção e gosto. Porém, pesque-o devagar pois, se ele estiver já pronto e cozido como deve ser, ele estará a ponto de desmanchar. Uma má mexida pode transformar o cozido em sopa!



Voilà!
Magnifique! 
Porém é aquilo, não tirei uma foto do prato pronto. Mas na próxima vez que eu fizer, eu posto aqui!
Hoje a escrita foi em tom alaranjada para homenagear a Gastronomia e dizer que, mesmo eu não sendo do ramo, minha admiração, curiosidade, perseverança e tentativas sempre serão infinitas!

Texauvis!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Morte E Vida Severina

       Fim. Raimundos, no CD Só No Forevis na música Deixa Eu Falar..., há um citação do Alexandre, na época Nativus, hoje Natiruts, onde ele canta: "... Como Carlos, eu passo conexão nordestina até Niterói vida e morte severina passando por Brasília..." Acredito que todos nós passamos por uma Morte e vida severina todas às vezes que decidimos deixar algo para trás em busca de outro melhor.
         Nessa nossa busca, passamos por várias barreiras, lugares, pessoas, inesperados, enfim, vários artifícios que, às vezes nos atrapalha ou ajuda, como na história narrada no livro. Em 2009 decidi me mudar para Curitiba afim de ter uma vida melhor, em todos os sentidos. Sair de uma cidade interiorana, como Maringá (é) e ir para uma capital viver o dia a dia, confesso que são realidades extremamente opostas!
        Mas nem sempre aquilo que planejamos e almejamos, por mais que façamos tudo certo, significa que vai acontecer. Aos trancos e barrancos pude verificar como é realmente a vida numa cidade grande. Suas dificuldades, seus problemas, facilidade na negatividade, dificuldades na positividade, e assim por diante. Porém, aos barrancos, pude tirar muitos aproveito no que me ajudou bastante na maturidade que desenvolvi e adquiri. Até digo que nos poucos mais de 5 anos e meio em que morei lá amadureci o que eu demoraria uns 15 anos aqui.
            Fui com um propósito e voltei sem ele. Em contra partida adquiri um grau elevado em cultura, conhecimentos gerais, conheci diversas cidades pelo Brasil em viagens e à negócios em virtude da facilidade de uma capital. Tive experiências profissionais em diversos ramos, alguns que eu nem imaginava um dia poder fazer, me ensinaram, eu aprendi e fiz.
         Conheci pessoas de todas as classes sociais. Casais gays. Traficantes. Chineses. Iraniano. Americanos. Nordestinos. Tenho centenas de milhares de histórias para contar porque eu, como investigador para fins pessoal, atento e curioso acabo adquirindo um talento especial para a observação dos fatos e aprender com eles.
           Só acho uma pena que, em Maringá, isso seja um empecilho na hora de conseguir um emprego. As pessoas confundem muito as coisas com o seu pré julgamento errado e burro! Mas como para tudo tem sua hora, tempo, lugar e momento certo, com toda a minha paciência.... eu espero.
            Particularmente acho poema uma leitura chata, não vou mentir. Ler um Carlos Drummond De Andrade ou uma Clarice Lispector é diferente. Agora, pegar um livro de poemas e lê-lo, olha... Considero Morte E Vida Severina uma leitura um tanto desgastante, mas no final, é bom. É bom e foi bom a ponto de eu ter feito uma co-relação da minha vida, momento em que decidi sair de minha terra natal para buscar uma condição melhor em outro lugar, e poder colidir com a mesma realidade do autor, com uma pequena diferença de 57 anos.